3° Estágio Vivência Mecenas da Vida inicia na APA!

Tupinambá-1Na edição desse ano, o Estágio Vivência recebeu estudantes universitários de São Paulo (Botucatu/UNESP), de São Carlos (USP), de Brasília e da Espanha (Catalunha/Universidade de Girona); uma turma composta por estudantes dos cursos de engenharia florestal, ciências ambientais, biologia, ciências políticas e ciências exatas. Seguindo sua finalidade principal, o Estágio oferece aos estudantes, pelo período de 1 mês, uma experiência vivencial de campo, no âmbito das atividades dos projetos desenvolvidos e executados pelo Movimento Mecenas da Vida, com ricas visitas a alguns projetos e trabalhos executados por outras instituições locais, buscando intercâmbios e trocas de conhecimentos.

As atividades dessa primeira semana se concentraram nos núcleos urbanos de Serra Grande e de Itacaré, e seus arredores. O objetivo foi proporcionar aos universitários a oportunidade de conhecerem como funciona a atividade turística da nossa Área de Proteção Ambiental: os desafios da chegada desordenada da indústria turística na região (aspectos positivos e negativos) e as contribuições que o programa Turismo CO2 Neutro tem trazido para esse cenário; além das características culturais e históricas da região.

Dinâmica de intercâmbio no belo ambiente interativo da Fazenda; muita paz e energia!

Ao final da tarde, um bom bate-papo na “Senzala”, a cozinha de chácara da Tupinambá..

Na manhã do segundo dia, uma longa visita à escola Dendê da Serra, onde o administrador “Leonardo” falou a todos sobre a rica filosofia de ensino da metodologia Waldorf, adotada pela escola que mantém boa parte de seus alunos através de um sistema de apadrinhamento.

Uma passada pelas salas de aulas pra sentir e conhecer o trabalho dos professores e alunos.

Registrando, com alegria e gratidão, a visita recepcionada por “Léo e Terezinha”.

Mais tarde, uma visita à propriedade rural tradicional de “Seu Mundinho”, agricultor participante do programa “Turismo CO2 Neutro”.

Explorando a floresta dos arredores da propriedade, e aproveitando para compartilhar as impressões desse primeiro contato com a Mata Atlântica, numa mini reunião dentro do rio.

Que tal um abraço de gratidão e carinho num bom e velho, muiiiiiiiiiiiiito velho, Pequi? Obrigado natureza!

Já de volta à casa de “Seu Mundinho”, várias paradinhas para aprender os segredos das plantas, revelados pela fala descontraída e simples do agricultor.

Pra encerrar a visita, uma roda de contação da história da família de “Seu Mundinho”.

O terceiro dia do Estágio iniciou com uma visita à Itacaré – o coração turístico da APA – onde a “Pousada Ilha Verde” abriu seu espaço de convivência para acolher o encontro dos universitários do Estágio com o grupo dos “Eco Loucos Pela Vida” – que vieram de Serra Grande para também visitar a cidade.

Estagiários e jovens de Serra Grande trocando idéias sobre o processo de aprendizagem criativa que o grupo adota, através das visitas e atividades desenvolvidas pelos participantes dentro da APA Itacaré/Serra Grande.

Um longo bate-papo sobre a chegada do turismo na região, sobre tudo o que se transformou por aqui a partir disso, e sobre qual tem sido o papel do programa “Turismo CO2 Neutro” dentro desse atual cenário.

Na parte da tarde, um passeio pela cidade pra sentir de perto as influências do turismo.

Na Ponta do Xeréu, uma paradinha pra aprender um pouquinho de artesanato com adolescentes locais.

Uma visita à “Pousada Aldeia do Mar”, participante do “Turismo CO2 Neutro”, pra saber um pouco mais sobre como funciona a parceria dos empresários locais com o programa.

A gerente “Vera” explicando aos estagiários sobre o projeto “Pedalando na APA”, que faz parte do “Turismo CO2 Neutro”, e de como os hóspedes têm prestigiado a proposta de privilegiar o uso da bicicleta dentro da cidade.

Já na “Pousada Vira Canoa”, um dos primeiros participantes do “Turismo CO2 Neutro”, a gerente “Simone” fala sobre a importância de se incluir as famílias de agricultores tradicionais na cadeia produtiva do turismo local, fato que fez com que a Pousada abraçasse o programa desde o seu princípio.

Mais uma volta pela cidade, passando pela “Pituba” e observando a convivência da comunidade e suas peculiaridades culturais, com o funcionamento do turismo e seus visitantes nacionais e estrangeiros.

praça-do-cachorro

Na “Praça do Cachorro” uma parada pra trocar idéias sobre a velocidade da chegada do turismo X ordenamento urbano X infra-estrutura de apoio e sobre todos os desafios que se colocam, atualmente, à comunidade local, empresários e poder público.

No dia seguinte, o Estágio Vivência foi carinhosamente abrigado pela “Fazenda Juerana Milagrosa”, em Serra Grande, que integra práticas sustentáveis às suas atividades de cultivo.

Um momento de encantamento diante da cachoeira que abençoa as terras da Fazenda.

No mirante da “Juerana” os estagiários iniciaram seus oferecimentos ao grupo. Aqui, a estagiária Natália (USP/São Carlos) oferece aos colegas uma aula de “percussão corporal”.

Hora de almoço também é hora de “colaborar”.

“Carlos”, estagiário espanhol, aprendendo e ajudando a “Dú” – cuidadora da “Juerana” – a fazer o molho da moqueca.

Estagiários, aprendendo com a “Dú”, quais são os ingredientes, de onde eles vêm e como parte deles são feitos na Fazenda.

Confraternizando com a cuidadora “Dú”, que juntamente com o seu marido “Raimundo”, zelam pelo diário milagre da “Juerana”.

No final da tarde, uma roda de despedida da Fazenda; um momento para também falar sobre a próxima etapa do Estágio Vivência – a experiência de campo na zona rural.

Nas próximas 2 semanas, os universitários se dividirão entre os núcleos de famílias de agricultores tradicionais de Taboquinhas que participam do Turismo CO2 Neutro (São Gonçalo e Prainhas). Os estudantes permanecerão com essas famílias, morando em suas propriedades, vivenciando suas realidades, atuando voluntariamente através de um intercâmbio de conhecimentos tradicionais X conhecimentos técnicos:

1) os agricultores transmitindo aos universitários os ensinamentos que a base acadêmica não proporciona – sejam relacionados à terra ou aos aspectos humanos;

2) os universitários transmitindo aos agricultores e seus familiares os ensinamentos técnicos de seus cursos/suas áreas de aprendizagem, criando oportunidades para introduzir melhorias nas propriedades rurais, ao mesmo tempo em que promovem o desenvolvimento humano desses núcleos comunitários.

A APA Itacaré/Serra Grande ainda tem muito mais pra mostrar e ensinar!

Na próxima quinzena traremos mais imagens. Até lá!



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